COMPARAÇÃO DE PARÂMETROS PERIODONTAIS APÓS UTILIZAÇÃO DE CONTENÇÕES FÍSICAS RETAS E HIGIÊNICAS

  • Vinicius Borges Pontara FAESA
  • Antônio Miguel Borge
  • Karen Silva Lugon
  • Ranaira Barrada Sines

Resumo

Estudos de casos tratados ortodonticamente têm demonstrado que, mesmo quando a oclusão ideal é alcançada, existe uma recidiva das fibras de suporte do tecido periodontal e apinhamento dos incisivos inferiores pós-tratamento. Para evitar a movimentação dos dentes os ortodontistas tem lançado mão das contenções ortodônticas fixas, com a finalidade de garantir a estabilidade na posição dentária obtida pela mecânica ortodôntica. Sendo assim, torna-se necessário dentro da prática clínica da ortodontia saber qual o tipo de aparelho de contenção pode causar menos dano ao tecido periodontal. O presente estudo tem como objetivo comparar os parâmetros periodontais após a utilização das contenções ortodônticas fixas e higiênicas, através da revisão de literatura, avaliando o índice de placa, índice gengival e índice de cálculo dentário. A partir da literatura consultada pode-se concluir que: é indispensável o uso das contenções fixas ântero-inferiores após o tratamento ortodôntico para obter a manutenção dos dentes em posições estáticas e funcionais ideais. Todos os tipos de contenções fixas tendem a acumular biofilme e cálculo dentário, porém não são prejudiciais aos ideais. Todos os tipos de contenções fixas tendem a acumular biofilme e cálculo dentário, porém não são prejudiciais aos tecidos moles e ósseos adjacentes. A comparação entre a contenção fixa reta com a contenção fixa higiênica indica que quando o paciente é bem orientado quanto à higiene oral, os resultados são satisfatórios, sem alteração no tecido periodontal.

Publicado
2018-11-13
Como Citar
PONTARA, Vinicius Borges et al. COMPARAÇÃO DE PARÂMETROS PERIODONTAIS APÓS UTILIZAÇÃO DE CONTENÇÕES FÍSICAS RETAS E HIGIÊNICAS. Anais da Jornada Científica e Cultural FAESA, [S.l.], p. 30 - 32, nov. 2018. Disponível em: <http://revista.faesa.br/revista/index.php/jornadaCientifica/article/view/347>. Acesso em: 21 jul. 2019.